Mostrar mensagens com a etiqueta PÓ E AZIA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PÓ E AZIA. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de agosto de 2012

TRISTE MUNDO ESTE



Ái Portugal, Portugal...!
Ái Mundo, Mundo...!
:(


Veremos até quando teremos onde os usar!

Triste do país onde a muitos lhes faltam os dentes mas ainda vão tendo o que mastigar...
Mas mais tristes são os países onde ainda com bons dentes lhes falta onde os usar.


Mundo triste este.
:(

segunda-feira, 7 de março de 2011

Coração + Razão



O coração diz-me que sim…
Também diz que sim, a razão!
Vou amar-te até ao fim!
E a esse fim digo eu que não.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

PRESENTE :)


Só o Presente vale!
O Passado... Passou!
O Futuro... Há-de vir!
Só o Presente vale!...
E quanto?!...
Tanto, tanto, tanto!

(Adoro-te, Marisa!)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

EGOISMO


Todos somos egoístas… A questão é a proporção de egoísmo que cada um de nós possui.
Eu sou egoísta. Reconheço-o. No entanto, não me considero um egoísta "acima da média".
Todas as relações são compostas de troca. Mesmo nos actos mais altruístas, mais desprovidos de interesse, da expectativa de um retorno, mesmo quando assim é, recebe-se a satisfação de assim se ser. Capaz de o fazer. Capaz de dar sem pensar no receber.
O altruísmo não é mais que uma ilusão. Um dar ao outro, para nossa satisfação.

Bem diferente do egoísmo é o egocentrismo. Ser-se centrado em si próprio de tal forma que se ignorem os outros e as suas necessidades. Ser-se tão centrado no Ego que se "esqueça" o Alter. Isso sim!... É lamentável.
Na minha humilde opinião, claro.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

AMAR


Só na relação pais/filhos o amor é (e assim é desejável) incondicional. E até mesmo um(a) Pai/Mãe sente falta de retorno, quando ele é inexistente. Mas ama e amará sempre independentemente do “alimento” pelo(a)s filho(a)s dado.
Em todos os outros tipos de amor há que dar e receber… Há a necessidade de sentir que não só se ama mas também se é amado. Independentemente da proporcionalidade dessa troca, ela tem que existir. Quem ama e dá de si, tem que sentir de alguma forma que esse amor é retribuído. Tem que “ganhar” algo com esse amor. Em suma tem que se sentir, mesmo que minimamente, amado.
Quando assim não é esse amor não tem outro caminho que não seja o de desvanecer-se. O de definhar até que por fim se transforme em um qualquer outro sentimento… Amizade, simpatia, desprezo e muitas das vezes até, em sentimentos antagónicos como frustração, raiva ou até mesmo ódio… Mas nunca indiferença!
Se assim não for, não é nem era amor. Se assim não for, é, em primeiro lugar, falta de amor-próprio… Normalmente acompanhado de dependência e/ou resignação e/ou obsessão...sofrimento e dor…mas não é nem era amor.



P.S.- O amor platónico é a excepção á regra. Mas não é para aqui chamado… Escrevo sobre o amor/paixão.

O que...


(Imagem: Mc Escher)

O qu' eu penso, não é mais que denso.
O qu' eu quero, não é mais que o mero…
O qu' eu sinto, não é mais qu' um labirinto.
O qu' eu amo é mais, que tão o profanado.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

VIDAS




Somos ou não responsáveis pelo estado das nossas vidas?
Somos ou não quem faz delas, aquilo que elas são?
Sejam vidas felizes ou vidas sofridas.
Vividas com sentido ou então quase em vão.

Há quem diga que sim,
Outros dizem, não só.
Ou, que a desgraça é assim…
Toca a todos sem dó.

Uns dizem que é o destino,
Seja ele lá o que for.
Mas eu cá não atino
Em pôr nas mãos dO Senhor.

Outros, que é isso sim,
Consequência dos actos.
Mas eu tenho para mim
Que alguns somos inaptos.

A vida é cheia de opções
Mas para todos, diferentes.
E para todas as nossas acções
Há consequências inerentes.

Por isso tenho a convicção
Que não se tem nada a ganhar
Em atribuir a outrem
Se temos a vida a azedar.

Entre o nascer e a morte,
O tempo voa e é de evitar
Que pelo que é a minha sorte,
Só ao Eu responsabilizar.

Se é certo que somos bastante
Responsáveis pelo nosso destino.
Também não obstante
Nem tudo é do nosso domínio.

Por mais que o não desejemos,
A vida terá sempre que ser
Aquilo que dela fazemos
E o que ela nos deixa fazer.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

RETICÊNCIAS


Há quem tenha um fascínio pelo ponto final.
A mim fascinam-me as reticências…
Há quem diga – Isto e aquilo e ponto final.
A mim fascinam-me as reticências…
Deixam espaço!... Não limitam!...
Não são nenhum ponto final.
Decisivo… Solitário… Triste.

Ah!...Também gosto do de exclamação…

quarta-feira, 24 de novembro de 2010